Tocar em grupo é dividir a experiência
Por quase três séculos novos instrumentos foram substituindo os antigos, conforme os compositores qualificavam suas exigências, os ouvintes suas preferências e mudavam o local das execuções musicais também. Os sons se tornavam mais altos e a articulação mais rápida. Os aperfeiçoamentos mecânicos dos instrumentos, assim como o aumento na qualidade de instrumentistas, multiplicaram os estímulos físicos oferecidos aos ouvidos dos ouvintes.
Recentemente, o movimentos da música antiga reprimiu esse processo.
Afim de executar musica dos séculos anteriores com o espírito mais próximo possível, com o qual foram concebidas, os instrumentos relativos aos períodos foram restaurados.
Esse espírito de revificação já havia surgido com relação a musica para instrumentos de solo.Os sons das orquestras também se modificaram.
A flauta de madeira adequada a escola da época de Bach ou de Mozart tinha o som menos poderoso,menos capazes de atingir tonalidades distantes do Dó maior do que nossos instrumentos modernos.
As trompas e trompetes de Orquestra continuaram sem válvula, sem possibilidades de mudança de escala até a metade do século XIX.Apenas a partir de 1.880, final da época de Wagner e de Verdi, pode-se considerar que a Orquestra ouvida pelo compositor é semelhante a que é ouvida atualmente. Portanto nos comentários de cada composição, o nome dos instrumentos devem ser compreendidos no seu sentido histórico.
Nossos instrumentos modernos atingem a finalidade e podem até mesmo executar uma musica original com mais vigor e com menos possibilidade de falha humana.
A história da Orquestra teve um desenvolvimento linear.
A execução por uma Orquestra moderna, maior, exige uma adaptação de postura tanto por parte dos instrumentistas quanto dos ouvintes.
Todos os instrumentos, numa composição, nas orquestras, música de câmara, tem função de solista, assim como um quarteto de cordas substitui a usual seção de cordas orquestral, o sonoridade estranha obtida por harmônico, por um violão, um bandolim, além de flauta, oboé, clarinete, trompa, trompete, harpa ou percussão.
A sucessão de mudanças do colorido tonal prende a atenção de um ouvinte.
Processo de evolução do estudante de música
O processo musical em grupo, na Orquestra, na Música de Câmara, vêm aprimorar ou exercitar tudo que você estudou anteriormente – interpretação- dinâmica, precisão rítmica, as nuances, sentindo assim os limites, a textura sonora de cada instrumento, os movimentos, e a reação afetiva a um consciente emocional de um músico, causando interferência, dificultando que o instrumentista seja preciso.
O Instituto Cultural Conservatório Musical “Heitor Villa-Lobos” possui as experiências que você procura para seu estímulo.
ORQUESTRA DE REPERTÓRO “MANFREDO DE VINCENZO”
Regente: Maestro Rodrigo Vitta
ORQUESTRA PEDAGÓGICA
Regente: Maestro Alexey Kurkdjian
MÚSICA DE CÂMARA
Professor José Fernandes
BANDAS
Maestro Anderson Posso
Conheça também:
Conjuntos : Violino e Viola
Sopro (metais e madeiras)
Popular
Big Band
Cameratas: Violoncelo
Violões
O músico deve sempre gostar da música que ele interpreta. É muito prazeroso!